24 de jun. de 2014

13 Coisas para se lembrar quando a sua vida estiver difícil


As coisas perderam o sentido para você? Aqui estão algumas dicas que podem ajudar.

Todos nós passamos por momentos difíceis. No entanto, alguns passam por esses momentos difíceis melhores do que outros.

Então, qual é o segredo? A maior parte tem a ver com atitude. Então, aqui estão 13 coisas para se lembrar quando a vida ficar difícil.

  1. As coisas são o que são
    O famoso ditado de Buda nos diz que “é a nossa resistência às coisas que causa nosso sofrimento”.

    Pense nisso por 1 minuto. Isso significa que o nosso sofrimento só ocorre quando resistimos às coisas como elas são. Se você pode mudar alguma coisa, então aja em conformidade. Mude.
    Mas, se você não pode mudar, então nos restam 2 opções:
    Aceitar e deixar a negatividade para lá.
    Nos tornarmos miseravelmente obcecados com o sofrimento.
  2. Se você acha que tem um problema, você tem um problemaMuitas vezes nós somos o nosso pior inimigo. A felicidade depende realmente de nossa perspectiva.

    Se você acha que algo é um problema, então seus pensamentos e emoções serão negativos. Mas você acha que está passando por algo que pode aprender, então, de repente, isso não é mais um problema.
  3. A mudança começa em você mesmo
    O seu mundo exterior é um reflexo do seu mundo interior. Você não conhece pessoas que as vidas são caóticas e estressantes? E não é verdade que, em grande parte elas se sentem assim por dentro?

    Nós gostamos de pensar que as mudanças em nossa rotina nos mudam. Mas, dando um passo atrás, precisamos mudar a nós mesmos antes que as circunstâncias mudem.

  4. Não existe aprendizagem maior do que falhar
    Você deve eliminar a palavra fracasso de seu vocabulário. Todas as grandes pessoas que já alcançaram alguma coisa falharam.

    Thomas Edison disse algo como “eu não falhei em inventar a lâmpada, eu encontrei primeiramente, 99 maneiras de que a ideia não funcionava”.

    Tire as chamadas falhas do caminho e aprenda alguma coisa com elas. Depois disso, aprenda como fazer melhor da próxima vez.

    Lembre-se que falhar é uma lição de aprendizado.
  5. Se algo não acontece como planejado, significa que o melhor aconteceu
    Isso é bem difícil de acreditar, mas é a mais pura verdade. Normalmente, quando olhamos para trás em nossa vida, somos capazes de ver por que essa era a melhor alternativa.

    Talvez o trabalho que você não conseguiu teria feito você passar mais tempo longe da sua família, e o que você conseguiu era mais flexível.

    Apenas tenha fé que tudo acontece exatamente do jeito que deveria.
  6. Aprecie o presente
    Este momento nunca voltará. E há sempre algo preciso a cada momento. Então não deixe passar por você em branco.

    Em breve será apenas uma lembrança. Mesmo que momentos que não parecem felizes possam ser encarados como algo que você pode perder, algum dia.
  7. Deixe o desejo de lado
    A maioria das pessoas vive com a mente anexada a desejos. Isso significam que nossas mentes ficam ligadas a um desejo e quando não realizamos esses desejos, nossas emoções despencam em negatividade.

    Em vez disso, tente praticar uma mente isolada. Isso significa que, quando você quer algo, você ainda será feliz conseguindo ou não. Faça com que suas emoções permaneçam felizes ou neutras.
  8. Compreenda e seja grato por seus medos
    O medo pode ser um grande professor. E vencer o medo também pode fazer você se sentir vitorioso.

    Por exemplo, muita gente tem medo de falar em público (esse é um dos 3 principais medos dos seres humanos). Então, quando você perder o medo e conseguir falar de maneira bem humorada na frente de todos, vai se sentir vitorioso.

    Superar seus medos requer apenas prática. O medo é apenas uma ilusão e, acima de tudo, é opcional.
  9. Experimente a alegria
    Acredite ou não, muitas pessoas não deixam de se divertir com o que acontece ao seu redor. E, muitas vezes essas pessoas nem sabem porque se divertem nessas situações.

    Algumas pessoas são realmente viciadas em seus problemas e o caos envolvido nisso tudo faz com que eles nem saibam quem são.

    Portanto, permita-se ser feliz. Mesmo que seja apenas por um breve momento, é importante se concentrar em alegria, e não em dificuldades.

    Não tenha medo de experimentar a alegria.
  10. Não se compare com os outros
    Mas se você se comparar, compare com quem tem menos do que você.

    Está desempregado?
    Seja grato por viver em um país que dá seguro desemprego, porque a maioria das pessoas do mundo vivem com menos de 750 dólares ao ano.

    Você não se parece com a Angelina Jolie?
    Acredito que existem mais pessoas que não se parecem do que pessoas que parecem.
  11. Você não é uma vítima
    Você precisa parar de ver tudo pelo seu próprio ponto de vista. Você é apenas uma vítima de seus próprios pensamentos, palavras e ações.

    Ninguém faz alguma coisa contra você. Você é o criador de sua própria experiência. Assuma a responsabilidade pessoal e perceba que você pode sair de suas dificuldades.

    Nós só precisamos começar a mudar pensamentos e ações. Abandone a sua mentalidade de vítima e torne-se um vitorioso.
  12. Tudo muda
    E isso também vai passar.

    Quando estamos presos em uma situação ruim, pensamos que não há nenhuma maneira de resolver os problemas.

    Achamos que nada vai mudar. Mas uma hora tudo muda. Nada é permanente, exceto a morte. Então, saia do hábito de pensar que as coisas serão sempre assim. Elas não serão.

    Mas você precisa agir para que as coisas mudem. Isso não vai acontecer magicamente por conta própria.
  13. Tudo é possível

    Milagres acontecem todos os dias. E realmente eles acontecem. Confie e acredite que tudo é possível. Coisas incríveis acontecem o tempo todo.

    Você só precisa acreditar nisso e, agir em conformidade. Uma vez que você fizer isso, você já ganhou a batalha.

Este artigo foi adaptado do original, “13 Things to Remember When Life Gets Rough”, do Lifehack.

27 de dez. de 2013

Como se comportar na 1ª ligação com o cliente?

Qual o discurso de vendas um vendedor precisa usar na hora de falar com o cliente pelo telefone?

Pelo que pude perceber ao longo de um bom tempo, todo vendedor tem um bloqueio quando pega o telefone para fazer ativo em um cliente. Afinal de contas, o que dizer quando a outra voz tirar o telefone do gancho?

Quem nunca teve um frio na barriga que atire a primeira pedra. Pois a verdade é que a primeira ligação para um cliente é o grande desafio da área de vendas.

Pensando nisso, aqui vão algumas dicas básicas sobre a prospecção telefônica.
  • Conheça o cliente antes da venda:
    Você sabe quais são as necessidades do cliente, quais os desafios do seu dia-a-dia e as dificuldades que ele passa?

    A verdade é que os clientes não tem tempo para soluções que não podem ser imediatamente aplicadas em seus negócios.

    Por isso, se você não souber como a sua solução impacta o negócio do seu cliente de maneira positiva, não vai conseguir chamar a sua atenção.

    Qual o tamanho do imóvel que ele precisa? Em que bairro? Quais itens de lazer/conveniencia mais satisfazem as necessidades do cliente? Ele tem poder aquisitivo para adquirir o imóvel que você planeja oferecer?

    Sem esses dados básicos e, sem cruzar isso com o resultado que você pode entregar, nem tire o telefone do gancho.
  • Tenha um roteiro impresso:
    Isso mesmo, vendas é um processo. E como um processo, você precisa saber o que dizer e o que falar para o cliente na hora em que ele aceitar te atender.

    Ter um roteiro escrito nada mais é que contar uma história sobre como você pode ajudar o cliente a encontrar o imóvel ideal (para isso você precisa ter feito o dever da 1ª dica). Assim, o que você deve fazer é escrever uma história sobre o que você vende, intercalar a sua história com a realidade do cliente e o impacto daquilo que você está oferecendo como resultado.

    Você precisa mastigar o trabalho para o cliente. Quando ele visualiza o que você está dizendo, fica bem mais fácil comprar a ideia.

    Mantenha o foco no que importa: o cliente.

    Tenha em mente esses itens:
    Não importa se é maravilhoso fazer negócios com a sua empresa;
    Não importa os resultados que a sua empresa da para outros clientes;
    Não importa o preço da concorrência;

    O cliente quer saber o que VOCÊ pode fazer por ele!

    Então, seja breve ao falar de sua própria empresa. Ninguém quer falar com um vendedor pavão que apenas quer se exibir e dizer como será ótimo para ele fazer negócio consigo.
  • Mantenha o foco das vendas no cliente:
    Identifique o problema do cliente. Mantenha o foco em resolver este problema para o cliente.

    Se ele gostar da ideia e acreditar que você pode ajuda-lo, em um momento oportuno ele solicitará seu contato.
  • Seja direto:
    Ninguém gosta de falar no telefone. Hoje em dia, o telefone é o método que mais prende a atenção das pessoas. Um chat online, um e-mail, um SMS te permite fazer outras coisas ao mesmo tempo. Já uma ligação rouba quase todos os seus sentidos. Portanto, seja breve e direto.

    As pessoas têm outros afazeres, elas precisam desligar para continuar trabalhando, por isso, não prolongue o assunto.

    Fale sobre como você pode ajuda-lo a resolver o problema de forma direta e diga que adoraria ter uns minutos a mais para falar como podem fazer aquilo. Se o cliente realmente estiver a fim do que você faz, lhe dará um tempo oportuno para expor seu produto. Lembre-se disso.
  • AIDA:
    AIDA é a sigla de (atention, interest, desire and action), ou seja, atenção, interesse, desejo e ação.

    Não existe ação sem nada disso que vem antes. Não existe venda sem AIDA.

    Você só conseguirá vender se captar a atenção do cliente e despertar o seu interesse, que moverá o desejo dele e fará com que ele parta para a ação.

    Existe um excelente vídeo sobre isso de um filme chamado O Sucesso a Qualquer Preço, que é um filme obrigatório para todo mundo da área comercial.
Veja mais sobre como funciona o AIDA:


As pessoas precisam saber o valor que VOCÊ oferece.

Este valor que você oferece ao cliente é o que conta. Se ele enxergar valor na sua prestação de serviço, ele certamente arranjará uma desculpa racional para comprar de você.

17 de out. de 2013

7 dicas para transformar clientes problemáticos em fãs

Você acredita que um problema com o cliente vai afastá-lo da sua empresa? Sempre é possível reverter isso com alguns passos simples.

Toda empresa, gerente de vendas e vendedores têm medo de alguns clientes ou compradores.

Seja qual for o nome desse cliente ele é irritadiço, mal humorado e acaba afugentando até os profissionais mais qualificados.
Será possível converter esse cliente em um fã?
Por incrível que pareça, é possível sim. Todo negócio tem o seu cliente irritante e isso acaba sendo um grande desafio. Mas há esperança.

Quando você pratica uma gestão emocional e aumenta seu repertório de habilidades criativas de resolução de problemas, até o cliente mais problemático pode ser um defensor da sua marca.

Aqui estão algumas maneiras de transformar clientes difíceis em fãs devotos que espalham boas notícias sobre sua empresa.

#1. Agradeça seu cliente por reclamar

A frase mais calmante que você pode dizer a um cliente que está reclamando é: "obrigado por me dizer isso". Um verdadeiro agradecimento pode desarmar a raiva do cliente.

Seja grato pelo seu cliente estar disposto a dizer o que a maioria das pessoas não irá dizer a você.

É um presente que pode oferecer uma visão sobre o problema que outros clientes não estão dispostos a compartilhar.

A grande maioria dos seus clientes insatisfeitos simplesmente irá comprar o produto de outra empresa, sem dizer o motivo disso.

Em vez de dizer o motivo a você, eles dizem a todos os outros: suas famílias, amigos e sua lista de contatos online.

Quando eles dizem a você a fonte do problema, tudo que você precisa ser é agradecido pela oportunidade e pedir para saber mais sobre o problema.

Já falamos aqui que quando o cliente vem com uma reclamação ou um problema, toda empresa deve encarar como uma oportunidade de melhorar o seu relacionamento e a reputação de sua empresa na cabeça do cliente.

Seja grato pela oportunidade de consertar as coisas com seus clientes e garantir uma melhor experiência no momento de fazer negócios com você.

Agradeça seu cliente por ele ter lhe contado seu problema.

#2. Mantenha a calma

Quando você estiver no fim de um ataque de um cliente zangado, você se irrita e se coloca na defensiva, não é mesmo?

Afinal, o que mais você pode fazer? Acalme-se. Escolha ficar calmo e criar um espaço seguro para que o cliente se sinta ouvido.

Se você tentar escapar ou aparecer com uma solução antes que o cliente tenha terminado de se expressar, você só irá piorar as coisas. Mantenha a calma e não faça nada até que os sentimentos negativos sejam dissipados.

Temos a característica de sempre ficar na defensiva e querer acusar o cliente por conta de um problema. Não faça isso.

Escute o que o cliente tem a dizer. Ouça a sua crítica e o seu problema até o final. Agora que ele já sabe que a sua crítica é bem-vinda para você, fique calmo enquanto eles falam sobre o problema e não perca a paciência.

Ao perder a paciência ou se estressar com o cliente, ele vai se enfurecer mais ainda e você vai perder a oportunidade de consertar as coisas com ele. Por isso a calma é a melhor maneira de deixar as coisas no eixo.

Por mais que o cliente te provoque ou fale coisas para irritá-lo e tirá-lo do eixo, para transformar a discussão em uma briga, não perca a sua paciência nem deixe que isso aconteça.

#3. Não se abale

O cliente NEM sempre tem razão – apesar de todo mundo dizer o contrário – mas é a sua percepção que conta. Gerenciar essa percepção é uma parte necessária do sucesso de uma empresa.

Por isso, resista à tentação de apontar culpados, passar a culpa ou dar muitas desculpas. Em vez disso concentre-se em transmitir confiança e ser confiável.

Lembre-se que você não tem que provar que alguém está errado para resolver o problema do cliente.

Não leve a crítica ou a reclamação do cliente para o nível pessoal a ponto de ficar chateado. Muitas pessoas e empresas precisam reclamar para se sentirem bem e nem sempre isso significa que eles têm razão.

O cliente é a razão de existir da sua empresa e sem ele a sua empresa não existiria. Mas isso não significa que você precisa fazer todas as suas vontades.

Muitas vezes, a reclamação ou a raiva é apenas uma vaidade e uma vontade de ser mimado por você e pela sua empresa. Nunca deixe de ouvir a reclamação de um cliente ou de uma empresa que fez negócios com você, mas nunca se perca nessa reclamação.

Mantenha-se no lugar. Se a crítica do cliente não tiver nenhuma ligação com a realidade ou for notoriamente o caso de vaidade, siga em frente e não permita que isso abale suas crenças.

#4. Conforte-se com o conflito

Ninguém acorda de manhã feliz por ter que levar uma conversa difícil com o cliente. O conflito é algo desconfortável, que incomoda.

Mesmo assim, esses problemas são algumas vezes necessários para ajudar sua empresa a conseguir melhores resultados e uma ter compreensão mais profunda das necessidades e anseios dos clientes.

Com isso, relacionamentos mais fortes vão nascer. Evitar um conflito não garante que o problema vai embora.

Você pode fugir de um cliente evitando mensagens telefônicas ou e-mails furiosos, mas quanto mais tempo você ignorá-lo, mais difícil será recuperar a confiança.

Quando o conflito é resolvido assim, de maneira direta e sem fugas, o cliente pode se tornar um fã mais dedicado do que se nunca houvesse tido um único problema.

"A gestão de conflitos constrói confiança e lealdade"

Muitas empresas têm a crença de que para vencer, não podem ter críticas ou reclamações em seu histórico. Acreditam ainda que a sua eficiência é medida pelo número de reclamações.

Mas, não adianta lutar muito contra isso. Uma empresa pode até ser bem sucedida e atender bem seus clientes, mantendo o foco em suprir suas necessidades e criar um forte relacionamento de parceria com o mesmo.

Mas nem as empresas com foco nas necessidades dos clientes são perfeitas. Muitas vezes, um pequeno deslize pode fazer com que o cliente se irrite ou que ele comece a achar que a sua empresa não oferece o que ele quer.

Dito isso, não se desespere. Na sua jornada com clientes, esse não será o último problema que você vai ter. Isso vai acontecer muitas outras vezes e portanto, mantenha o foco em resolver o problema e siga em frente.

O foco tem que estar na solução do problema, não no problema. Conforme-se com o problema. Ninguém é perfeito.



#5. Tenha pensamentos que inspiram excelência

A maneira que você pensa sobre seus clientes influencia a maneira na qual você reage a eles.

É muito fácil cair em um pensamento inútil, querer puxar os cabelos, bater a cabeça na parede. Mas o correto é pensar que a personalidade detalhista do seu cliente te da a oportunidade de usar suas habilidades para conquista-lo.

Essa crença ativa seus recursos internos e coloca você em um estado mais calmo, mais inspirador. Quando um cliente coloca você sob pressão, veja isso como uma boa maneira de aumentar suas habilidades.

Quando você encara um cliente como problemático, você vai tratá-lo como se ele fosse problemático e fosse um empecilho para a sua empresa.

Não faça isso. Não pense que o cliente quer prejudicar a sua empresa. Não encare o seu cliente como um problema. Não pense que ele quer atrapalhar a sua empresa.

Por mais que a sua empresa seja boa, um cliente sempre tem o direito de ficar revoltado com algum problema, ou alguma etapa do processo que não tenha ido de acordo com a vontade dele.

Isso não significa que a sua empresa é ruim. Mas, por outro lado, não significa também que o cliente é uma pessoa ruim.

Encare o cliente como exigente em vez de encará-lo como inconveniente (por mais que ele seja inconveniente) e pense que ele quer o melhor para ele e você tem uma oportunidade de elevar o seu trabalho a um novo nível.

#6. Procure qualidades positivas no comportamento negativo do cliente

Dependendo do seu ponto de vista, você pode descrever um cliente como sendo altamente exigente ou animado.

Quando você olha para as qualidades positivas de seu cliente, você começa a se conectar com elas.

Comece a perceber as qualidades positivas de seus clientes e eles vão começar a responder você de maneira diferente. Considere os clientes rudes como dispostos a dizer a verdade.

Como dissemos na primeira dica, procure encarar a reclamação do cliente como algo positivo e busque no cliente as qualidades positivas que possam ajudar você a se conectar com ele, e entender verdadeiramente o que ele espera de você.

Dito isso,  procure pontos positivos no comportamento do cliente. Você precisa se treinar mentalmente para acreditar que o seu cliente não quer te prejudicar. Ele quer apenas fazer com que a sua empresa melhore para continuar atendendo as expectativas dele.

Seu cliente problemático não é o seu inimigo. O seu inimigo fala mal de você pela suas costas no mercado, nos clientes que você atende.

Se um amigo ou um familiar vai lhe dar um feedback, você não escuta atentamente o que eles têm a lhe dizer?

Quando um cliente tiver uma reclamação ou um problema, pense dessa maneira: pense nele como um amigo que quer que a sua empresa vença no mercado.

#7. Esteja preparado para recuperar o serviço

Quando se trata de fazer negócios, a questão não é "se algo vai dar errado", mas sim "quando vai dar errado".

Não se surpreenda quando der algo errado. Esteja preparado e experimente perguntar ao seu cliente: "como posso acertar e fazer você feliz?"

Muitas vezes, os clientes pedem muito menos do que você imagina ou poderia pensar, porque o que eles realmente querem é saber que você se importa. Cuide de seus clientes quando as coisas derem errado e você certamente ganhará a sua lealdade.

Dito isso, esteja preparado para ouví-lo sinceramente e deixar claro que essa opinião é muito importante para a sua empresa continuar indo em frente.

No momento em que seu cliente apresentar o problema à você, ele não está querendo brigar. Ele quer reportar um erro, um problema, uma diferença, para que possa continuar fazendo negócios com você.

Por isso, escute o problema e tente resolvê-lo da melhor maneira possível para o cliente, para que você recupere a confiança.

Feito isso, o cliente estará mais disposto a falar de como a sua empresa o ajudou a resolver os problemas da melhor maneira possível e de como ela manteve o foco no cliente para contornar os impedimentos, e para que vocês continuassem fazendo negócios juntos.

Quando você mantém o foco no problema do cliente, sem levar a coisa para o lado pessoal, ele estará pronto para continuar fazendo negócios com você – e você recuperou a sua imagem junto aos clientes.

Transforme os clientes problemáticos em clientes realizados.



Todo problema pode ser revertido

Antes de reclamar com a sua equipe por conta de um cliente que teve um problema, ou por alguma falha da sua empresa, reúna todas as pessoas envolvidas no problema para debaterem o que aprenderam.

Peça para todos os funcionários falarem sobre a experiência, sobre como vocês conseguiram contornar o problema e principalmente, sobre como fazer com que o problema não se repita.

Os problemas com clientes precisam ficar de lição e aprendizado para toda a empresa. Primeiro, sobre como elevar os serviços de acordo com as necessidades dos clientes mais exigentes.

Segundo, para que toda a equipe entenda que por melhor que seja o serviço oferecido aos clientes, uma empresa sempre pode ouvir ou receber reclamações.

Isso não significa que a sua empresa presta um serviço ruim. Isso não significa que você tem problemas em entregar o que promete. Mas, isso deixa bem claro que pessoas diferentes têm aspirações diferentes e esperam coisas diferentes do seu produto.

A lição que precisa ficar é que nenhuma empresa é à prova de problemas e que até os clientes mais problemáticos, podem gostar de se relacionar e fazer negócios com você.

16 de set. de 2013

Teoria da Janela Quebrada

Há alguns anos, a Universidade de Stanford (EUA), realizou uma experiência de psicologia social. Deixou duas viaturas idênticas, da mesma marca, modelo e até cor, abandonadas na via pública. Uma no Bronx, zona pobre e conflituosa de Nova York e a outra em Palo Alto, uma zona rica e tranquila da Califórnia. Duas viaturas idênticas abandonadas, dois bairros com populações muito diferentes e uma equipe de especialistas em psicologia social estudando as condutas das pessoas em cada local.

Resultou que a viatura abandonada em Bronx começou a ser vandalizada em poucas horas. Perdeu as rodas, o motor, os espelhos, o rádio, etc. Levaram tudo o que fosse aproveitável e aquilo que não puderam levar, destruíram.Contrariamente, a viatura abandonada em Palo Alto manteve-se intacta.

Mas a experiência em questão não terminou aí. Quando a viatura abandonada em Bronx já estava desfeita e a de Palo Alto estava há uma semana impecável, os pesquisadores partiram um vidro do automóvel de Palo Alto. O resultado foi que se desencadeou o mesmo processo que o de Bronx, e o roubo, a violência e o vandalismo reduziram o veículo ao mesmo estado que o do bairro pobre. Por quê que o vidro partido na viatura abandonada num bairro supostamente seguro, é capaz de disparar todo um processo delituoso? Evidentemente, não é devido à pobreza, é algo que tem que ver com a psicologia humana e com as relações sociais.

Um vidro partido numa viatura abandonada transmite uma idéia de deterioração, de desinteresse, de despreocupação. Faz quebrar os códigos de convivência, como de ausência de lei, de normas, de regras. Induz ao "vale-tudo". Cada novo ataque que a viatura sofre reafirma e multiplica essa idéia, até que a escalada de atos cada vez piores, se torna incontrolável, desembocando numa violência irracional.

Baseados nessa experiência, foi desenvolvida a "Teoria das Janelas Partidas", que conclui que o delito é maior nas zonas onde o descuido, a sujeira, a desordem e o maltrato são maiores. Se se parte um vidro de uma janela de um edifício e ninguém o repara, muito rapidamente estarão partidos todos os demais. Se uma comunidade exibe sinais de deterioração e isto parece não importar a ninguém, então ali se gerará o delito.

Se se cometem "pequenas faltas" (estacionar em lugar proibido, exceder o limite de velocidade ou passar com o sinal vermelho) e as mesmas não são punidas, então começam as faltas maiores e delitos cada vez mais graves. Se se permitem atitudes violentas como algo normal no desenvolvimento das crianças, o padrão de desenvolvimento será de maior violência quando estas pessoas forem adultas.

Se os parques e outros espaços públicos deteriorados são progressivamente abandonados pela maioria das pessoas, estes mesmos espaços são progressivamente ocupados pelos delinquentes.

A Teoria das Janelas Partidas foi aplicada pela primeira vez em meados da década de 80 no metrô de Nova York, o qual se havia convertido no ponto mais perigoso da cidade. Começou-se por combater as pequenas transgressões: lixo jogado no chão das estações, alcoolismo entre o público, evasões ao pagamento de passagem, pequenos roubos e desordens. Os resultados foram evidentes. Começando pelo pequeno conseguiu-se fazer do metrô um lugar seguro.

Posteriormente, em 1994, Rudolph Giuliani, prefeito de Nova York, baseado na Teoria das Janelas Partidas e na experiência do metrô, impulsionou uma política de ‘Tolerância Zero’. A estratégia consistia em criar comunidades limpas e ordenadas, não permitindo transgressões à Lei e às norm as de convivência urbana. O resultado prático foi uma enorme redução de todos os índices criminais da cidade de Nova York.

A expressão "Tolerância Zero" soa a uma espécie de solução autoritária e repressiva, mas o seu conceito principal é muito mais a prevenção e promoção de condições sociais de segurança. Não se trata de linchar o delinqüente, pois aos dos abusos de autoridade da polícia deve-se também aplicar-se a tolerância zero.

Não é tolerância zero em relação à pessoa que comete o delito, mas tolerância zero em relação ao próprio delito.Trata-se de criar comunidades limpas, ordenadas, respeitosas da lei e dos códigos básicos da convivência social humana.

Essa é uma teoria interessante e pode ser comprovada em nossa vida diária, seja em nosso bairro, na rua onde vivemos.

A tolerância zero colocou Nova York na lista das cidades seguras.

Esta teoria pode também explicar o que acontece aqui no Brasil com corrupção, impunidade, amoralidade, criminalidade, vandalismo, etc.

Reflita sobre isso!

3 de set. de 2013

Otimização de Tempo

A algum tempo tive contato com essa técnica, que num primeiro momento não coloquei muita fé, mas devo confessar que ela é bem prática, pois as tarefas ficam no "visual", facilitando o monitoramento do que EU devo fazer.




Já testei inúmeras formas de preencher, e a que mais gostei (adaptada do Business Canvas Model) foi a de colocar Post-it com as tarefas nos quadrantes.

Exemplo - Papel A3 com os Post-it colados com as tarefas

Vamos para a parte técnica, que costumo chamar de "minhas estudanças".

Segundo Stephen Covey, as pessoas que administram suas vidas de acordo com o surgimento das crises vivem 90% do tempo no quadrante I, dedicando os 10% restantes ao quadrante IV, onde estão as atividades que de alguma forma lhe dão algum alívio para as tensões. "Pessoas eficazes ficam afastadas das atividades dos quadrantes III e IV", afirma o guru. "Elas diminuem o tamanho do quadrante I e dedicam mais tempo ao quadrante II". Isso quer dizer que elas preferem se dedicar ao planejamento de vida, aos relacionamentos, ao aperfeiçoamento e à prevenção dos problemas. 

Todos nós sabemos que isso é importante. Mas poucos realmente dão a atenção merecida a esses aspectos por causa das chamadas atividades urgentes e inadiáveis. Lembre que a produtividade de um profissional é medida pelo trabalho feito, e não pelo esforço em realizá-lo. O ideal, portanto, não é priorizar a sua agenda, e sim agendar as suas prioridades.

Procure fazer seu próprio esquema seguindo a matriz de administração do tempo. Distribua suas atividades nos quatro quadrantes. Descubra em qual deles você tem empregado a maior parte do seu tempo e faça os ajustes necessários, procurando privilegiar os quadrantes I e II. Feito isso, você poderá usar as ferramentas que o ajudarão a administrar o tempo de acordo com suas prioridades. Tente programar as atividades mais importantes de acordo com seu relógio biológico - ou seja, para aquelas horas do dia em que você costuma ser mais produtivo. 

Veja como agir em cada uma das situações que mais costumam roubar tempo no trabalho:
  1. Quadrante I
    Nesse espaço estão representadas as atividades e as situações urgentes e importantes e que exigem a nossa atenção imediata. Geralmente vivem apagando incêndio, administrando crises e se tornam escravas dos problemas. Segundo Covey, "enquanto o foco maior permanecer nesse quadrante, você continuará sendo dominado pela correria e pela ansiedade e sentindo-se impotente diante do desperdício de tempo".

  2. Quadrante II
    Refere-se às atividades importantes, mas não urgentes. Trata-se de um quadrante de grande importância para sua vida, pois é onde deve estar todo o seu planejamento de longo prazo: desenvolvimento pessoal e profissional, reavaliação da carreira e de suas competências pessoais, análise e antecipação de problemas futuros, estudos, leitura de livros da sua área de atuação, elaboração de estratégias para delegação de tarefas aos subordinados, aprimoramento dos relacionamentos etc. Muitas vezes negligenciamos esse quadrante porque, embora fundamental para nossa vida, ele não tem a característica de urgência.

  3. Quadrante III
    Nele está incluído tudo que é urgente, mas não é importante. "Quando você prioriza atividades que são apenas urgentes, corre o risco de cometer um erro fatal para a perda de tempo: o de fazer algo que não o ajudará em nada a atingir seus objetivos de curto, médio ou longo prazo.

  4. Quadrante IV
    São aquelas atividades que não são urgentes nem importantes. Quando você usa o tempo para algo relacionado a esse quadrante, está na maioria das vezes fazendo mau uso dele. As pessoas freqüentemente entram nessa área porque ela serve de válvula de escape para uma série de problemas, atividades e compromissos indesejados.   

Gerenciamento do Tempo

Analise sua última semana. Se você fosse colocar cada uma das atividades que desenvolveu ao longo dela em um desses quadrantes, em qual deles você teria passado maior parte do seu tempo?

Imprima em um papel A4, (ou em um A3 para ficar melhor), e ponha a mão na massa.
  1. Faça download no formato PDF (imagem vetorizada)
  2. Faça download no formato PNG (imagem rasterizada)